terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Sobre aquilo que fica

Sabem o que dói?
O tempo perdido, a vida que deixei de levar, os sorrisos que não dei, a pessoa que não fui...
Porque eu sei que todo (ou grande parte) o mau humor e a cara de cu se devem à insatisfação comigo.
Eu imagino como é ter uma vida leve, sem culpa, sem frustração, sem peso, e que nunca consegui ter como adulta.
Depende de mim, esse é o ponto e o problema, pois é complicado lutar contra algo que tem sido mais forte há tanto tempo.
Só queria não me preocupar...
É meu objetivo de vida, ser uma pessoa tranquila, comigo, com minhas coisas, com as pessoas, a rotina.
Vejo o quanto o tempo é precioso por não ter muito livre agora (estou com dois empregos), e penso em quantos anos já pesperdicei...
Será que continuarei agindo assim??!!
Não faço mais promessas, nem a mim nem a ninguém, nem gosto de fazer planos longínquos, pois mal sei do presente, que dirá do futuro.
Só espero ter forças, pra aguentar o que é preciso, pra superar o que é necessário, pra chegar onde desejo, pra saber passar por tudo e alcançar a recompensa.
Esse é o plano, não desse ano apenas, mas de todos.